Mas como diz uma música:
"E a vida não vai parar/ Vai como o vento."
E eu não a posso deixar fugir. Por isso aqui fica a rubrica semanal (sei que vos tenho faltado, mil perdões).
Um livro maravilhoso que nos faz rir e reflectir porque ele se próprio se apresenta como um espelho do que pensamos à noite, na cama, e do que mais tememos. Traições, assassínios, mulheres partilhada, escritores sem inspiração, patroas com emregados, surge um amontoado de dramas cómicos que nos prende de tal manira que só sentimos as nossas necessidades enquanto ser humano quando o acabamos de ler.
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Umas unhas simples. Tal e qual como estão: grandes. Com um simples verniz transparente.
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